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domingo, 4 de maio de 2014

Aurora: Protagonista do resultado de uma união entre o clássico e ocontemporâneo, da arte e da tecnologia.


Recentemente o RPG de plataforma "Child of Light" foi lançado pela Ubisoft, companhia já conhecida por valorizar a direção de arte em seus jogos. O jogo chama atenção não só pela narrativa inusitada (poucos títulos abordam de maneira séria fábulas e contos de fadas, ao menos atualmente) mas também pelo empenho em procurar imergir o jogador dentro da história. Música, interface, arte gráfica, história contada através de rimas, tudo foi feito com a intenção de preservar o caráter quimérico presente em contos de fadas.

“A Rainha Negra roubou o Sol, a Lua e as estrelas. Você joga como Aurora, uma jovem princesa com um coração puro, cuja alma é levada para o reino de Lemuria. Embarque em uma jornada para recuperar as três fontes de luz, derrotar a Rainha Negra e restaurar o reino de Lemuria”, sinopse oficial divulgada pela Ubisoft.



Principalmente devido ao modo como a narrativa é contada, através de rimas, não é difícil encontrar comentários que se refiram à obra como "poesia em forma de jogo", "literatura em game" e "aquarela viva no videogame", este último se referindo à arte gráfica do game. 


A arte gráfica dedicou-se fielmente à gravuras características de contos de fadas, uma das características que tornam o jogo extremamente bonito.
O jogo sem dúvidas merece uma análise mais detalhada e muitos elogios, mas há um significado bem subjetivo e que também merece destaque: o jogo quebra vários tabus em relação aos games e à própria tecnologia. Quem nunca ouviu falar que esse tipo de história estava "morrendo"? Ou ainda que a "geração videogame" desconheceria muitas obras de literatura (principalmente infantil) devido à essa tecnologia? 

Child of Light quebra o paradigma que separava o clássico do contemporâneo, de maneira irônica, mostrando que a união é possível desde que se respeite o limite de ambos (algo que vem geralmente de jogos indie, e mesmo assim ainda raro). Infelizmente, este "conservadorismo" em relação ao clássico e contemporâneo não é exclusividade dos jogos, e por isso Child of Light tem um valor subjetivo muito alto.

O jogo fez um sucesso considerável, levando em conta que não é o carro-chefe da empresa, e ainda mais quando lembramos que o game nadou contra a correnteza dentro da própria companhia, em um ano de lançamentos como Watch_Dogs e The division. 


Journey (2012) também foi uma obra que surpreendeu pela arte envolvida no jogo. Há um post aqui, de Danilo Silva, que fala sobre o valor dos Indies Games e de como essas iniciativas são importantes.

Não é a primeira vez que um game aborda uma temática tão original, mas é um dos games que mais surpreenderam na abordagem, e a primeira vez que uma grande publicadora se arrisca dessa forma.

Espero que Child of Light não seja considerado como um jogo apenas original, como um lançamento arriscado bem sucedido, mas que quebre, definitivamente, o "conservadorismo" supracitado.

Por: Paulo Ricardo de Oliveira

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Realidade virtual: quanto tempo até a "imersão completa" e quais os impactos que ela pode causar?


A segunda década do século XXI certamente será marcada pelos avanços na área digital, após o início da chamada revolução digital, que aconteceu no final do século XX, houve um surpreendente avanço da tecnologia em prol do entretenimento, filmes e games tornaram-se um negócio extremamente lucrativo e, consequentemente, passaram a atrair enormes investimentos - e isso são apenas dois exemplos da importância que foi dada ao ramo do entretenimento.

Com toda a evolução conquistada através da computação gráfica e de suas produções com verossimilidade incrível, novos desafios surgem, e o principal deles é permitir que a simulação conquistada pela computação gráfica ultrapasse os limites do 3D "chapado na tela", é provocar uma simulação que se aproxime ainda mais do mundo real.

VirtuSphere: Um dos projetos mais ambiciosos de realidade virtual.

Os sensores de movimento foram os primeiros fragmentos dessa tecnologia a qual tivemos acesso, Kinect, PS move e o controle remoto do Wii foram lançados no final da primeira década dos anos 2000, e de lá para cá inúmeras outras ferramentas tem sido lançadas tais como o Google Glass e o Oculus Rift, este último aliás foi eleito o melhor gadget da CES 2014, e promete revolucionar mais uma vez a maneira como jogamos.


Google glass conectado à lentes de grau.

Mas em quanto tempo teremos uma "imersão completa"? Os avanços na área tem progredido de forma muito veloz, e projetos para a área não param de surgir, o Oculus Rift, que parecia ser o produto que dominaria o mercado nem foi lançado e já enfrenta concorrentes, já que a Sony apresentou na CES deste ano um concorrente chamado de HMZ-T3Q. Em poucos meses esses produtos já estarão a venda, e em breve já teremos uma imersão nunca antes vista, mas não é possível dizer até onde a tecnologia irá evoluir.


Produto da Sony, HMZ-T3Q, promete bater de frente com o Oculus rift.

Esse verdadeiro "mergulho" propiciado pelos dispositivos de realidade virtual propicia situações muito interessantes e sem dúvidas é mais uma ferramenta que ampliará o ramo dos filmes e jogos para áreas além do entretenimento, já pensou se ao invés de suas chatas aulas de história ou geografia (com um professor com claras tendências políticas falando abobrinha) com longos textos e pesquisas, fosse usado um ambiente de realidade virtual simulando um importante momento histórico ou uma região não mais existente? Claro que isso é apenas uma suposição, mas é também apenas um pequeno exemplo de como a realidade virtual pode impactar no nosso cotidiano de forma mais positiva do que imaginamos.
As lousas digitais são um exemplo de como a tecnologia pode ser aplicada em áreas como a educação.

Contudo, outra reflexão que pode ser feita diante do impacto que tais tecnologias podem causar é se a realidade virtual um dia poderá ser preferível à "realidade real", afinal, jogos digitais já foram tratados mutias vezes como fatores aliciadores, por mais descabível que esta ideia seja, e existem até mesmo casos de pessoas "dependentes" (ou ao menos é assim que são tratadas)  deste tipo de entretenimento. O que acontecerá então com esse tipo de comportamento quando os dispositivos de realidade virtual se tornarem acessíveis? E ainda mais com os avanços que estão para acontecer?

Algumas produções já demonstraram o potencial da realidade virtual, alguns exemplos são a franquia de jogos digitais Assassin's Creed, com a tecnologia Animus, e a Light Novel Sword Art Online, com o dispositivo Nervegear.



Animus, criado pela corporação Abstergo e presente ao longo da franquia Assassin's Creed.

Na franquia Assassin's Creed, o animus é usado para simular as vidas de antigos assassinos, que por sua vez permitem que o protagonista aprenda como se tornar um assassino com essa experiência. No sexto jogo, ele é apresentado como uma ferramenta de realidade virtual focada no mercado do entretenimento.

NerveGear, no anime Sword Art Online.

Já no anime, a realidade virtual é apresentada em um contexto bem diferente da franquia Assassin's, no ano de 2022 o equipamento NerveGear é lançado, e estimula o cérebro do usuário nos cinco sentidos através de conexões ao cérebro.

A realidade virtual será, sem dúvidas, motivo de muitas discussões no futuro, e tem potencial para revolucionar o cotidiano de várias pessoas e até mesmo algumas áreas do conhecimento. Entretanto, assim como toda tecnologia, não é possível dizer se ela irá definitivamente melhorar ou degradar ainda mais as relações humanas, pois não há tecnologia boa ou ruim, apenas um bom ou mau uso da mesma. O fato é que estamos cada vez mais próximos disso, e em poucos anos presenciaremos mais uma revolução tecnológica, resta saber se ela se limitará ao ramo em que nasceu - no entretenimento digital - ou se servirá de ferramenta para que a mente humana consiga transformar outras áreas.

Por: Paulo Ricardo de Oliveira.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Os Indie Games Valem Muito

LIMBO (Playdead, 2011)
Hoje em dia, o mercado independente tem um reconhecimento muito mais concretizado e um retorno bem mais tangível comparado a anos atrás. Porém, há muitos jogadores por aí que não se juntam a essa causa e consomem apenas os blockbusters dos vídeo-games.
Esse post é um guia para você, jogador. E para o resto das pessoas também.

É muito importante dizer antes de tudo que os títulos mais clássicos dos vídeo-games são jogos que na verdade foram feitos de forma independente (eu digo, sem auxilio de produtora e estúdio profissional). Sabendo disso, acrescente nessa lista Pacman, Alex Kidd, Prince of Persia, Sonic, Metal Slug e muitos outros jogos que vocês estão cansados de ver por aí. Todos os títulos mencionados anteriormente são exemplos de sucesso nos consoles e nos computadores ao redor do mundo, mas por que os indie games (termo utilizado para se referir aos jogos independentes) não fazem o mesmo sucesso que os games de grandes produtoras?
A resposta é simples. Assim como acontece no cinema, o mercado de vídeo-games também precisa de dinheiro. Grandes títulos como Battlefield, Call Of Duty, Fifa, PES, Mario e muitas outras franquias por aí, ajudam o mercado se manter de pé. Porém, não é só esse conteúdo que existe e eu abrirei seus olhos! A tática aqui não é você deixar de comprar Battlefield, e sim aprender a dedicar um tempo aos games independentes porque eles são feitos, muitas das vezes, por jogadores como todos nós. Isso cria uma aproximação muito grande com o jogador e a chance de sair um resultado megaboga é bem maior.





















Super Meat Boy é um dos meus favoritos. É um jogo simples de plataforma sobre um garoto que não tem pele, ele é pura carne. Super Meat Boy está sempre tentando resgatar sua namorada, Bandage Girl, das garras do antagonista Dr. Fetus.
É um game super difícil (para calar a boca de todos aquelas jogadores que dizem que os jogos estão muito fáceis), mas é diversão garantida. 
Existe a versão de PC e também uma versão para X-box 360. Ainda espero por uma versão de iOS e Android.























Entre todos aqui na lista, talvez Braid seja o consegue ser mais simples, bonito, e complexo ao mesmo tempo. O gameplay é realmente desafiante e a história dá de dez em muito game grande por aí. Essa história acompanha um rapaz chamado Tim que tem que resgatar uma princesa de um monstro. Pistas encontradas na história levam a múltiplas interpretações metafóricas, como a fábula de um relacionamento vacilante, ou até o desenvolvimento da bomba atômica.

Braid está disponível para PC, MAC, LINUX, PS3, e X-box 360.


FEZ é outro grande titulo. Muito elogiado e aparentemente despretensioso, FEZ é um game de plataforma inovador. Além da magia conceitual e os belos cenários em 8-bit, o game inova em trazer cenários 3D para um mundo muito acostumado com o 2D. E é sobre exatamente isso que que o game se trata: Gomez, um personagem bidimensional que vive em um mundo 2D, certo dia,  encontra um misterioso cubo chamado "Hexahedron" e logo em seguida recebe um chapéu fez no qual lhe permite ver um mundo 3D a sua volta.
O game está disponível para PC, X-box 360 e Ouya.























Journey é mais uma vez, um jogo simples, bonito, porém, ao contrário de Braid, possuí uma proposta simples. Essa proposta é a seguinte: o jogador controla uma figura encapuzada no meio de um vasto deserto, cujo objetivo é alcançar o topo de uma grande montanha que está ao longe. Outros jogadores podem ser encontrados na viagem, um de cada vez; os jogadores podem se ajudar, porém não podem se comunicar e seus nomes não são mostrados. A única forma de comunicação entre os dois é com um grito sem palavras. Esse grito pode transformar peças de tecido paradas em um vermelho vibrante, que brevemente permite que o jogador voe.

O game está disponível apenas para PS3.

























Um maiores sucessos comerciais entre os presentes na lista, Don't Starve vem conquistando mais fãs a cada dia. O objetivo do jogo é sobreviver o máximo número de dias possível, evitando morrer de fome, ficar insano e criaturas hostis. O jogador pode coletar e criar uma variedade de itens, assim como construir estruturas para ajudá-lo a sobreviver. Existe também um "modo aventura", disponível quando jogando o modo de mundo aberto. Nesse modo, o jogador deve passar por vários níveis de dificuldades cada vez maiores.

Don't Starve está disponível apenas para PC, Linux e MAC.























O maior sucesso comercial dos indies aqui presentes, Minecraft conquistou uma legião de fãs por todo o mundo fascinando criança e adultos. Minecraft é um jogo de mundo aberto que permite qualquer tipo de construção utilizando-se blocos. Fora isso, o game conta com uma boa mecânica de mineração e coleta de itens para utilizar no game.

Conhecido por instigar a criatividade e imaginação, Minecraft merece todos o sucesso que conquistou.
O game está disponível para PC, PS3, X-box, X-box One, Android, iOS, PS4 e PSVITA.





















Se você está adentrando pela primeira vez nesse território de indie games, o filme Indie Game - The Movie é uma ótima pedida. Se você já conhece, melhor ainda. Indie Game - The Movie é um documentário que acompanha o desenvolvimento de três dos games da nossa lista acima: Super Meat Boy, Braid e FEZ. É um documentário premiado e muito legal para qualquer amante dos games.























Ainda em documentários, este em questão agora conta a história de Mojang, a empresa por trás de Minecraft e fala também sobre seus idealizadores. É uma ótima pedida para os fãs do game.


Além disso tudo, também há muita gente que apoie e muitas empresas que também o fazem. A Steam é uma plataforma que estimula bastante os indie games com o Greenlight em que os usuários podem avaliar o game, dizer se comprariam ou não para que finalmente, após um resultado atingido, a sinal verde seja dado para o game e ele seja comercializado na main page da Steam. Uma atitude que se repete de diferentes formas no PSN e na LIVE, mas que não possuem uma ideia tão legal quanto a Greenlight.


Há muitos games bons além dos blockbusters de vitrine das lojas de jogos e você devia ir atrás desse material tão valioso e tão importante para muitos desenvolvedores por aí. Sem contar que muitas das vezes, esse material é mais acessível monetariamente e também open source, ou seja, você pode trazer melhorias pros games.

Procure, jogue e se divirta mais em 2014!

Por: Danilo Silva

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Trailer Gameplay de Mad Max


Surpresa na E3 2013, Mad Max se tornou facilmente um dos mais burburinhados das últimas semanas. O game acaba de ganhar um trailer gameplay e você pode conferir o vídeo logo mais abaixo:





O game se tratará sobre Max Rockatansky que acabou de perder seu interceptor. Assim sendo, Max terá de construir um novo carro para sobreviver à sua realidade pós-apocalíptica. Para fazer isso, Max contará com a ajuda de um mecânico, e correrá em Wasteland num mundo aberto que parece ter sido muito bem criado.
Mad Max sairá para PS4, PS3, X-box One, X-box 360 e PC (tem para todo mundo) e o lançamento está previsto para 2014.

Por: Danilo Silva

terça-feira, 9 de julho de 2013

Novo Trailer GTA V com Gameplay

Não há muito o que falar sobre GTA V à essa altura, há mais para ver. O jogo, agora centrado em três personagens (Trevor, Franklin e Michael), tem data de lançamento para o dia 19 de Setembro desse ano para X-box 360 e PS3.

Então, confira abaixo o maravilhoso trabalho da Rockstar em Grand Theft Auto V tanto em inglês, quanto em português-br:








Português:



Inglês:




Por: Danilo Silva

sexta-feira, 5 de julho de 2013

A Futura e o Futuro de Lara Croft

Musa dos games e, apesar das adaptações cinematográficas que não convencem muito, ela foi musa no cinema também desde que Angelina Jolie a interpretou. Conhecida por deixar os homens e garotos aos redor do mundo babando, Lara Croft deve boa, quase toda, parte de sua fama ao público masculino. Criada por um homem (Toby Gard) é entendível seu sucesso arrebatador nos games, um espaço que geralmente é dominado por personagens másculos e machistas. Podemos compreender que por ter sido criada por um homem, sua personalidade, sensualidade e ações são frutos de uma mente masculina e de uma visão machista (não pejorativamente). Sendo assim, é quase óbvio o porquê de tantas e tantas horas infartando em frente ao monitor olhando um belo par de penas e seios em meio à paisagens paradisíacas, lutas físicas e uma personalidade afiada de bad girl.

Recentemente, a musa ganhou um reboot. Intitulado apenas como Tomb Raider, a morena mais bonita dos games voltou em grande estilo. O jogo é bom, os gráficos melhores e para a Lara não há palavras. O game fez sucesso o suficiente para que uma continuação fosse aclamada por jogadores ao redor do mundo. Eu, particularmente, estou na espera.


Porém, esse cenário próspero não reflete no cinema, pelo menos não por enquanto. Após a confirmação de que Angelina Jolie não voltaria a interpretar Lara Croft, muitas atrizes foram cogitadas para o papel, e então eu propus aqui uma lista pessoal de quem ficaria legal como a morena nos cinemas; questões como diretores, produtoras ou estórias ficaram de fora.


Especulada por sites, a atriz britânica Kaya Scodelario (mais conhecida por fazer Effy em Skins) disse recentemente disse que seria divertido fazer Lara Croft (leia na integra a matéria do Digital Spy). Ela parece ser perfeita para o papel apesar de ser demasiada magra comparada a Lara. Porém, na minha humilde opinião, ela se enquadra mais com a personagem do reboot de 2013.

Kaya Scodelario tem 21 anos.













Carismática, bem-sucedida, famosa, detentora de um Oscar, e ovacionada por fãs ao redor do mundo, Jennifer Lawrence é uma das mais promissoras atrizes de Hollywood. Americana, Jennifer Lawrence daria uma ótima Lara Croft, não só por seu belíssimo corpo, mas como também por seu tamanho talento.

Jennifer Lawrence tem 22 anos.














Emma Watson, a eterna Hermione de Harry Potter, está vivendo um momento incrível em sua carreira e apesar de ser mais singela corporalmente, sua beleza e sensualidade se escondem em sua atuação e talentos. Numa Lara mais jovem e menos descarada.

Emma Watson tem 23 anos.















A menor de todas na lista, a talentosa Chloe Grace Moretz pode ser cogitada para uma Lara Croft a longo prazo. A atriz já tem um histórico de filmes de ação e papéis que exigem porte de arma e brigas corporais, seria muito interessante ver ela daqui uns anos no papel de Croft.

Chloe Moretz tem 16 anos.















Reconhecida mundialmente e premiada merecedoramente, Penélope Cruz talvez seja o sonho mais distante de todas as especulações já feitas. Bonita e talentosa, a atriz já é mãe, mas não parece envelhecer. Se não como Lara, por que não como uma inimiga à altura?


Penélope Cruz tem 39 anos.














Mais experiente do que muitos pensam, Mary Elizabeth Winstead tende entre papéis juvenis e papéis sensuais. A atriz já trabalhou com Tarantino e foi a Ramona da versão cinematográfica de Scott Pilgrim Contra o Mundo.


Mary Elizabeth Winstead tem 28 anos.















Musa de How I Met Your Mother e personagem no arrebatador The Avengers, Cobie Smulders é bonita e talentosa o suficiente para assumir o papel de Lara Croft. 

Cobie Smulders tem 31 anos.

















Musa adolescente e também reconhecida mundialmente, Emma Stone é nova e bonita. Seus papéis sempre são divertidos e ela costuma fazer garotas carismáticas e peraltas. É outro bom nome para uma Lara mais jovem.

Emma Stone tem 24 anos.














A mais velha da lista não é mais improvável. Jennifer Connelly tem um extenso e experiente currículo que poderia facilmente garantir à ela o papel. Apesar da idade, Jeniffer seria uma Lara linda e poderosa, além de refletir experiencia e vivencia, a atriz americana sempre se deu bem com papéis que exigiam corridas e situação a mão armada.

Jennifer Conelly tem 42 anos.












Querida e ovacionada, Lara Croft tem várias personalidades e isso varia de jogador para jogador. A personagem, feita por um homem, tem características masculinas e qualidades femininas extremas que cegam qualquer olho bobo por aí. Seja nos quadrinhos, no cinema ou nos games, Lara Croft sempre terá seu espaço entre as maiores e mais belas personagens femininas e assim ela deve ser representada e adaptada.


Por: Danilo Silva

terça-feira, 25 de junho de 2013

Ride to Hell na Steam

Ride to Hell: Retribution é o mais novo game da Deep Silver (responsável por Dead Island) e parece estar supimpa! O game é sobre vingança, o jogador encarna a pele de Jake Conway que acabou de voltar do Vietnam (sim, trata-se de um jogo ambientado nos anos '60) e vê seu irmão mais novo ser brutalmente morto por um motoqueiro chamado de The Devil's Hand. Falando assim até parece sinopse de algum grindhouse, mas não é. O game teve ótima recepção pelo seu nicho de público.

Assista o trailer abaixo:




O game parece ser muito inspirado em alguns filmes, inclusive na série Sons of Anarchy. Confira o comentário de um usuário do YouTube abaixo:







Além de lembrar Sons of Anarchy, eu tive que evocar meu espirito de velho-tão-velho e lembrar de um querido jogo que eu emulava no meu querido e amado parceiro de infância dual-core. Parem e pensem, o game não parece com Road Rash? Sim, aquele game de corrida maluca sob motos.

Road Rash 64 (N64)
O game era divertidíssimo e era possível ainda fugir dos cops e atirar os outros concorrentes para fora da pista fazendo eles baterem em placas, e era possível bater nos mesmos com diferentes armas como taco de baseball, nunchakus, cassetetes e chaves de grifos.
Ride to Hell: Retribution tem seu lançamento na Steam na próxima Sexta e custará 69,90, um preço um tanto que salgado. Porém, eu pretendo adquirir o game e matar a saudade acreditando que os desenvolvedores de Ride to Hell referenciaram Road Rash 64.

Por: Danilo Silva

sábado, 22 de junho de 2013

Veja a jogabilidade de Watch Dogs

O programa de Jimmy Fallon é conhecido, além de outras coisas, pela Video Game Week. Se não me engano, a última que vi foi sobre Black Ops 2 e Jimmy se impressionava com os gráficos e efeitos de som. Agora, com todo o burburinho sobre Watch Dogs e o PS4, Jimmy Fallon se impressiona novamente com este que é um dos games mais esperados do ano.
Assista ao vídeo abaixo: